sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O branco não é uma cor, é todas!

É uma mão cheia de nada, é um discurso sem sentido, é uma promessa vã.
É um mundo vazio que queria ser inteiro, real. É o cartaz de uma peça sem actores, sem banda sonora, sem guião mas que prometia ser um sucesso. É um improviso que nunca teve intenção de ser mais que nada.
É assim, ou talvez não seja. Quem foi que disse que as coisas tinham que ter sentido? Quem disse que elas tem o sentido que nós lhe damos? Ninguém sabe. Sabemos apenas que todos acreditamos em algo que talvez nem seja real.

Sabemos. Ou será que não?

Ilha das Berlengas

Sem comentários:

Enviar um comentário